Ainda de acordo com ela, logo após o acidente a menina foi levada para o Imip, no bairro dos Coelhos. Chegando lá, ela foi medicada por uma espécie de coquetel para evitar contágio, e submetida a dois exames médicos, sendo um para o teste de HIV, e outro para Hepatite C. O resultado dos exames deve sair em cinco dias, segundo a mãe da garota, que deve dar a medicação para ela durante 30 dias. Questionada se ela deve denunciar o Estado, a mãe da menina disse que ainda vai conversar com o esposo. "Ainda não decidi isso, mas é preciso que haja mais cuidado, pois ficamos sabendo que aconteceu a mesma coisa com outra pessoa, entre sábado e domingo passado", disse.
Em contato com a reportagem, a assessoria de Imprensa da UPA respondeu que a coordenação da unidade confirma que houve o caso, mas defendeu não se tratava de uma agulha, como a mãe da garota afirmou, e sim um jelco. Mesmo assim, a unidade reconheceu que o objeto não deveria estar sobre a poltrona, e disse ter sido uma falha da funcionária que operava o equipamento, embora todos sejam técnicos de enfermagem e enfermeiros devidamente capacitados para a função. A assessoria respondeu ainda que a unidade atende mais de 400 pessoas por dia, e cerca de 3,5 mil por semana, e que no período de dois anos de UPA, essa foi a primeira ocorrência de casos como esse. E, por fim, a unidade ressaltou que imediatamente após o ocorrido, providenciou o atendimento necessário, conforme o protocolo para acidente com pérfuro-cortante.
Fonte:G1.globo.com/pe
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