Neymar ajudou a decidir um dos principais clássicos do futebol mundial, entre os maiores vencedores de Copas do Mundo. E com nova obra-prima em seu repertório já vasto na Seleção, uma cobrança de falta certeira, que fez o legendário Buffon ficar pregado no chão.
Ele também irritou e foi incomodado. Fez e sofreu faltas. Virou alvo preferido dos italianos, e foi duro num lance que tirou Abate da partida e da Copa das Confederações, por causa de uma lesão sofrida no ombro direito ao cair no gramado. Não foi seu melhor jogo, mas foi diferente. Cascudo, grande, histórico, como se exige quando Brasil e Itália se enfrentam. Ele também foi eleito pela terceira vez o melhor em campo e chegou a três gols na Copa das Confederações: um por jogo na primeira fase.
Tudo isso até ser substituído por Bernard, aquele por quem Felipão estava vesgo de vontade de ver em campo. E viu. Assim como viu a estrela de Dante e os primeiros gols das chuteiras laranjas de Fred. O técnico viu também a classe de Balotelli no passe para Giaccherini, o sangue fervendo na luta pelo empate, sangue que corre nas veias Scolari, e o confuso árbitro Rashvan Irmatov se perder entre dar um pênalti e confirmar um gol.
Com tantos ingredientes, o futebol e o povo de Salvador agradecem. Primeiro do grupo, com 100% de aproveitamento, nove pontos em três jogos, o Brasil vai enfrentar provavelmente o Uruguai na semifinal em Belo Horizonte. Basta que a Celeste confirme o favoritismo e vença o Taiti. Já em Fortaleza, a Itália deverá ser a rival da Espanha, que precisa apenas empatar com a Nigéria para confirmar a liderança.
Fonte:Globoesporte.com
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